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Contorno Ferroviário na APA do Passaúna?

2 de abril de 2009 em Ecologia, Equipamentos, Políticas Públicas, Sociedade do automóvel

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contornoferroviariocuritiba Contorno Ferroviário na APA do Passaúna?
Folha de Santa Felicidade, ed. 235, mar 2009 p. 2

Sobre Ciclovias e linhas de trem em Curitiba.

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Mentira tem roda curta

6 de maio de 2008 em Notícias, Políticas Públicas

andy3 Mentira tem roda curta

P: Onde uma pessoa socialmente consciente deve comprar gasolina?

R: Em lugar algum. Hora de parar de dirigir!

 

CONAR suspende anúncios da Petrobras

“Em sessão histórica, o Conselho Nacional de Auto-Regulamentaçã o Publicitária (CONAR) decidiu nesta quinta (17/04) suspender dois anúncios da Petrobras por divulgarem a idéia falsa de que a estatal tem contribuído para a qualidade ambiental e o desenvolvimento sustentável do país. O Conar julgou ação movida por entidades governamentais e não-governamentais, como as secretarias estaduais de meio ambiente de São Paulo e Minas Gerais, do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo, o Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o Greenpeace, a ONG Amigos da terra – Amazônia Brasileira, o Instituto Akatu, o Movimento Nossa São Paulo, a SOS Mata Atlântica, a Fundacao Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável – FBDS, e o IBAP – Instituto Brasileiro de Advocacia Pública. (…)”

Notícia completa: CONAR suspende anúncios da Petrobras.

 

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Bolha de fumaça

21 de fevereiro de 2008 em Notícias

singer3 Bolha de fumaça

“1. Ficar no carro com o ar-condicionado ligado: estar no trânsito com os vidros fechados multiplica por quatro a quantidade de poluentes que você está inalando. “Quando não há circulação de vento os gases tóxicos se concentram dentro do automóvel”, explica o sanitarista Luiz Alberto Amador Pereira, da USP.”

[grifo meu]

Matéria da revista Planeta Sustentável.

O triste é que boa parte da fumaça sobra para o ciclista, que não tem nada a ver com a história.

Frota de Curitiba chega a 1 milhão de carros

1 de julho de 2007 em Notícias, Sociedade do automóvel

Levantamento da Paraná Pesquisas mostra que 82% dos motoristas da capital paranaense usam seus carros todos os dias

Curitiba chegará no fim deste mês a uma marca histórica: os especialistas no assunto acreditam que ainda em julho a frota da cidade passará a contar com 1 milhão de veículos. Isso levará a cidade à incrível estatística de um carro – ou moto – para cada 1,8 habitantes. Na verdade, em alguns bairros mais ricos, já existem mais veículos do que pessoas. São os casos do Centro, Batel, Alto da XV, Mossunguê, Centro Cívico e Hauer. No bairro campeão de motorização, o Rebouças, há quase três carros para cada pessoa.

Tudo isso leva Curitiba ao título de capital mais motorizada do país. O que pode parecer um motivo de orgulho, no entanto, traz mais transtornos do que alívio para os cidadãos. Mais carros, afinal, significam mais congestionamentos. E enfrentar esse problema exige muito trabalho por parte das autoridades. Ainda mais porque, ao que parece, ninguém está muito disposto a deixar o carro em casa e pegar um ônibus lotado para ir trabalhar.

Levantamento feito pela Paraná Pesquisas, a pedido da Gazeta do Povo, mostra que 82% dos motoristas usam seus carros todos os dias. Mais do que isso. Embora 78% achem que a cidade já tem carros demais, a grande maioria diz que não abre mão do conforto de usar o carro próprio. Dos 407 motoristas entrevistados pelos pesquisadores, só 10% dizem que pensaram um dia em vender o carro e depender exclusivamente do transporte coletivo. Os outros, com congestionamento ou não, querem mesmo é usar seus carros particulares para se locomover pela cidade.

Desafios

“O fato de Curitiba chegar a ter 1 milhão de carros põe por terra dois símbolos da cidade”, opina Fábio Duarte, professor do mestrado em Gestão Urbana na PUCPR. “O primeiro é o da Capital Ecológica. O segundo é o do transporte coletivo eficiente”, afirma. No que diz respeito ao segundo ponto, a população parece concordar em gênero, número e grau. Quando foram perguntados sobre por que não pegavam mais ônibus, os motoristas citaram que eles são lentos, demoram a chegar e são desconfortáveis. Acima de tudo, são superlotados. Mais de 42% afirmaram que não vale a pena andar espremido na condução curitibana das 6 horas da tarde.

A origem do primeiro milhão de carros, no entanto, tem raízes bem mais antigas do que os defeitos do transporte público. “Em alguns lugares, como nos Estados Unidos, há cidades novas que já são pensadas desde o começo para os carros”, conta Claudionor Beatrice, professor de Arquitetura e Urbanismo na PUCPR e no Unicenp. “Curitiba é uma cidade mais antiga e não foi projetada assim, teve de se adaptar aos carros conforme eles apareciam”, diz. E a adaptação nem sempre é fácil. Pelo contrário: exige tempo, muito dinheiro e, principalmente, pessoas com capacidade para imaginar soluções para um problema desse tamanho.

Em Curitiba, a atribuição de achar uma maneira de desatar os nós cabe a dois grupos de técnicos. Um fica no Instituto de Pesquisas e Planejamento Urbano, o Ippuc, e pensa as grandes linhas de desenvolvimento da cidade. O outro fica na Urbs, e é encarregado de melhorar o transporte coletivo e dar um jeito no trânsito do dia-a-dia, com todos os seus problemas.

Publicado originalmente em: Gazeta do Povo