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Esta sexta é dia de Massa Crítica!

25 de abril de 2013 em Massa Crítica, Retomada das Ruas

Simbora para a bicicletada dos invisíveis!

massa critica a5 01 Esta sexta é dia de Massa Crítica!

Massa Crítica! Toda última sexta-feira do mês!

24 de março de 2013 em Amigos da Bicicleta, Cartaz, Eventos, Massa Crítica, Retomada das Ruas

massa critica a5 01 Massa Crítica! Toda última sexta feira do mês!

Saia de Bici no Dia Internacional das Mulheres!

7 de março de 2013 em Bicicleta, Encontros, Retomada das Ruas

Bicicletada Extra do Dia Internacional das Mulheres

SAIA DE BICI

Saída da Praça da Mulher Nua (Praça 19 de dezembro) às 18h

saiadebici Saia de Bici no Dia Internacional das Mulheres!

Anjo exterminador

20 de julho de 2012 em Massa Crítica, Políticas Públicas, Retomada das Ruas, Sociedade do automóvel

As cidades latino-americanas não querem parecer-se com Amsterdam ou Florença, mas com Los Angeles, e estão conseguindo converter-se na horrorosa caricatura daquela vertigem

Por Eduardo Galeano

Em 1992 houve um plebiscito em Amsterdam. Os habitantes da cidade holandesa resolveram reduzir à metade o espaço, já muito limitado, que ocupam os automóveis. Três anos depois, proibiu-se o trânsito de carros privados em todo o centro da cidade italiana de Florença, proibição que se estenderá à cidade inteira à medida em que se multipliquem os bondes, as linhas de metrô, as vias para pedestres e os ônibus. Também as ciclovias: será possível atravessar toda a cidade sem riscos, por qualquer parte, pedalando em um meio de transporte que custa pouco, não gasta nada, não invade o espaço humano nem envenena o ar e que foi inventado, há cinco séculos, por um vizinho de Florença chamado Leonardo da Vinci.

Enquanto isso, um informe oficial confirmava que os automóveis ocupam um espaço bem maior que as pessoas, na cidade norte-americana de Los Angeles, mas ali ninguém pensou em cometer o sacrilégio de expulsar os invasores.

A quem pertencem as cidades?

Amsterdam e Florença são exceções à regra universal da usurpação. O mundo motorizou-se aceleradamente, à medida que iam crescendo as cidades e as distâncias, e os meios públicos de transporte recuaram diante do automóvel privado. O ex-presidente francês George Pompidou comemorava, dizendo que “é a cidade que deve adaptar-se aos automóveis, não o contrário”, mas suas palavras assumiram sentido trágico quando se revelou que haviam aumentado brutalmente as mortes por contaminação na cidade de Paris, na greve geral do finzinho de 1995: a paralisação do metrô havia multiplicado as viagens de automóvel e esgotado as máscaras anti-smog.

Na Alemanha, em 1950, os trens, ônibus e bondes realizavam três quartos do transporte de pessoas; hoje, representam menos de um quinto das viagens. A média europeia caiu a 25%, o que já é muito comparado com os Estados Unidos, onde o transporte público, virtualmente exterminado na maioria das cidades, só chega a 4% do total.

O ruído dos motores não deixa ouvir as vozes que denunciam o artifício de uma civilização que te rouba a liberdade para depois vendê-la e que te corta as pernas para obrigar-te a comprar automóveis e aparelhos de ginástica. Impõe-se no mundo, como único modelo possível de vida, o pesadelo de cidades onde os carros mandam, devoram as áreas verdes e apoderam-se do espaço humano. Respiramos o pouco ar que eles nos deixam; e quem não morre atropelado, sofre gastrite pelos engarrafamentos.

Henry Ford e Harvey Firestone eram amigos íntimos, e ambos davam-se muito bem com a família Rockefeller. Este carinho recíproco desembocou numa aliança de influências que muito teve a ver com o desmantelamento das ferrovias e a criação de uma vasta teia de auto-estradas, em todo o território norte-americano. Com o passar dos anos, tornou-se cada vez mais avassalador, nos Estados Unidos e no mundo todo, o poder dos fabricantes de automóveis e empresas de petróleo. Das 60 maiores companhias do mundo, a metade pertence a esta santa aliança, ou está de alguma maneira ligada à ditadura das quatro rodas.

Dados para um prontuário

Os direitos humanos terminam ao pé dos direitos das máquinas. Os automóveis emitem impunemente um coquetel de muitas substâncias assassinas. A intoxicação do ar é espetacularmente visível nas cidades latino-americanas, mas muito menos intensa em algumas cidades do norte do mundo. A diferença se explica, em grande medida, pelo uso obrigatório dos conversores catalíticos e de gasolina sem chumbo, que reduziram a contaminação mais notória de cada veículo, nos países de mais desenvolvimento. No entanto, a quantidade tende a anular a qualidade, e estes progressos tecnológicos vão reduzindo seu impacto positivo diante da proliferação vertiginosa do parque automotor, que se reproduz como se fosse formado por coelhos

Visíveis ou dissimuladas, reduzidas ou não, as emissões venenosas têm uma longa folha corrida de crimes. Para apontar apenas três exemplos, os técnicos do Greenpeace denunciaram que provém dos automóveis não menos da metade do total de monóxido de carbono, de óxido de nitrogênio e de hidrocarbonetos que tão eficazmente contribuem com a demolição do planeta e da saúde humana.

“A saúde não é negociável. Basta de meias medidas”, declarou o responsável por transportes em Florença, no início deste ano, enquanto anunciava que esta será “a primeira cidade europeia livre de automóveis”. Mas em quase todo o resto do mundo parte-se da base de que é inevitável que o divino motor seja o eixo da vida humana, na era urbana.

Copiamos o pior

Copiamos o pior. As cidades latino-americanas não querem parecer-se com Amsterdam ou Florença, mas com Los Angeles, e estão conseguindo converter-se na horrorosa caricatura daquela vertigem. Estamos treinando há cinco séculos como copiar, em vez de criar. Já que estamos condenados à copiadite, poderíamos escolher nossos modelos com um pouco mais de cuidado. Anestesiados como estamos pela televisão, a publicidade e a cultura do consumo, acreditamos no conto da chamada modernização, como se este chiste de mal gosto e humor sórdido fosse o abracadabra da felicidade.

Leia também, da mesma série do autor, “A automovelcracia” e “Liturgia do divino motor (Automovelcracia II)”.

Título original: “A automovelcracia III – O anjo exterminador”

Retirado de Revista Atenção, nº 5, Abr/1996 – Pág. 52

Fonte:  ViaCiclo – Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis

 

MADRUBIKE SEXTA 27/04 ÀS 23:30 H NO PAÇO

25 de abril de 2012 em Amigos da Bicicleta, Massa Crítica, Planeta Bicicletada, Retomada das Ruas, Sem categoria

Madrubike: uma aventura urbana!
Dêm uma olhada aqui (detalhes) no trajeto para se familiarizar
http://ciclismo.esp.br/?page_id=1577

DATA/LOCAL de SAÍDA: DIA 27/04/2012 – PAÇO DA LIBERDADE – PÇA GENEROSO MARQUES – ESTÁTUA DO BARÃO (Se não chover)

CONCENTRAÇÃO: A partir das 23:30 – SAÍDA: 23:59 horas

Bicicletada Nacional Extraordinária em Curitiba – Ato de Solidariedade às Vítimas do Trânsito

2 de março de 2012 em Bicicleta, Direitos do Ciclista, Educação no Trânsito, Eventos, Massa Crítica, Mobilidade, Planeta Bicicletada, Retomada das Ruas, Sociedade do automóvel

bicicletada 20120302 nacional Bicicletada Nacional Extraordinária em Curitiba   Ato de Solidariedade às Vítimas do Trânsito Na última sexta-feira (02/03) três ciclistas morreram atropelados em São Paulo, Brasília e Belém. As Bicicletadas e Massas Críticas de todo o país estão convocando um ato de ocupação das ruas em solidariedade às vítimas do trânsito e para pedir mais respeito e prioridade nas políticas públicas de mobilidade.

Links da Bicicletada Nacional e do evento em Curitiba no Facebook.

Cartaz em melhor resolução e pacote com fonte.

Onde se “organizam” as bicicletadas?

18 de dezembro de 2011 em Encontros, Eventos, Massa Crítica, Reclaim the Streets, Retomada das Ruas

Os rumos das bicicletadas não são nem nunca foram privilégio de um único grupo de pessoas. Ou pelo menos, não deveriam ser, pois todos e todas que comparecem aos encontros com suas bicicletas, skates, patins ou qualquer outro tipo de veículo movido por energia humana, tem direito de ter voz e dar sua opinião sobre os eventos.

Por este motivo, é muito estranho que alguns veículos de imprensa tenham atribuído a “organização” da Oil Ride ao Facebook. Esta mídia social serviu apenas como veículo de divulgação. Um poderoso meio de divulgação, é verdade, mas para as bicicletadas, é somente isto que ela representa. Pois não faz o menor sentido obrigar participantes, interessados e simpatizantes a terem um perfil em uma mídia social centralizada e proprietária para poder dar sua opinião. Isso simplesmente não condiz com o perfil de uma massa crítica que se preze…

issues whistle blowing prominent london 395.n Onde se organizam as bicicletadas?
Assange: “Facebook é a mais apavorante máquina de espionagem já inventada.”
richard stallman 394.n Onde se organizam as bicicletadas?
Stallman: “Facebook é vigilância em massa.”

Portanto, se você quer opinar sobre as próximas bicicletadas, compareça ao pátio da Reitoria todo último sábado do mês, a partir das 9 horas da manhã, para interagir com os demais participantes. Afinal de contas, massas críticas não se formam apenas com ativismo de sofá e cliques no botão “curtir”. Venha pedalar e conversar presencialmente! icon wink Onde se organizam as bicicletadas?

fixaCWB na massa crítica-porto alegre

30 de março de 2011 em Massa Crítica, Planeta Bicicletada, Retomada das Ruas

nesse último final de semana (25.mar.2011), os desordeiros amigos do fixaCWB estiveram na massa crítica de porto alegre.
estima-se que mais de 600 ciclistas compareceram (que aconteceu debaixo de muita chuva e vento).
na foto guilherme sant’ana e salim luiz felipe iurk (bruna francisca, carlos augusto, gustavo cooper e victor gollnick, não estavam em condições apresentáveis no momento da foto).

Guadalajara, cidade irmã

15 de janeiro de 2011 em Retomada das Ruas, Vídeos

Mais uma ação local de cidadãos de Guadalajara, México, cidade irmã de Curitiba. Sem tomar propriedade privada de quem quer que seja, sem colocar motoristas ou outros cidadãos em risco, somente fazendo o que o sistema representativo parece incapaz de fazer para proteger os vulneráveis da rua. Só buscando favorecer quem traz mais benefícios do que custos para a sociedade, mediante a marcação de uma ciclofaixa “pirata”:

bicicletário livre do centro cívico tem atividades neste final de semana

13 de janeiro de 2011 em Arte, Bem-estar, Bicicleta, Ecologia, Encontros, Gatherings, Planeta Bicicletada, Políticas Públicas, Reclaim the Streets, Retomada das Ruas

1a. Férias de Verão do Bicicletário Livre do Centro Cívico

Participe do PicNic coletivo e da 1ª Bicicletada das Crianças, jogos e brincadeiras.
 Dias 15 e 16 de janeiro das 14h as 19h e se divirta à beça.

Endereço: BICICLETÁRIO LIVRE DO CENTRO CÍVICO- Rua Jacy Loureiro de Campos, 0.
Em frente ao Palácio das Araucárias.

15/01 – Sábado:  

14 – 19h  Pintura Livre  Cama de Gato    Jardinagem Libertária   Varal de Poesias   Brincadeiras

15 – 16h  Contação de História “Escadinha de Jacó” 

15 – 17h  Construção de BARCO PIRATA - parte I  

16 -17h Imitando os Bichos

16 – 18h PicNic Coletivo

16 – 18h Musicada pra Criançada.

 

16/01  Domingo 

14 – 19h Pintura Livre    Cama de Gato    Jardinagem Libertária    Varal de Poesias    Brincadeiras

14 – 15h Vivência com Bolhas de Sabão e Malabares

15 – 16h Buxixo Musical

15 – 17h Construção de BARCO PIRATA – parte II

15:30 – 16h30 1ª  Bicicletada das Crianças

16 – 18h  PicNic Coletivo 

16 – 17h  Contação de História “Escadinha de Jacó”

 

 

bicicletarioveraoweb2 bicicletário livre do centro cívico tem  atividades neste final de semana

bicicletário livre centro civico - férias verão

 

foto bicicletc3a1rio bicicletário livre do centro cívico tem  atividades neste final de semana

bicicletário livre do centro civico

Traga: prato de quitutes ou bebida + sementes