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Bicicletada dia 30/06: Basta de mortes, chega de promessas!

28 de junho de 2012 em Bicicleta, Denúncias, Direitos do Ciclista, Educação no Trânsito, Massa Crítica, Mobilidade, Notícia, Notícias, Planeta Bicicletada, Políticas Públicas

lucas bibiano Bicicletada dia 30/06: Basta de mortes, chega de promessas!

Lucas Felipe Bibiano foi atropelado pelo maior ônibus do mundo. Foto: Fábio Alexandre

Mais 2 ciclistas mortos em Curitiba nesta semana. Mais de 8 milhões previstos em Lei para investimento em estrutura cicloviária que a gestão de Richa/Ducci não executou.

Enquanto os ciclistas morrem, o prefeito promete.

As tabelas e dados que mostram a falta de compromisso da atual gestão da prefeitura de Curitiba estão no excelente levantamento realizado pelo blog Ir e Vir, do jornalista Alexandre C Nascimento.

carros sempre na preferencia 300x168 Bicicletada dia 30/06: Basta de mortes, chega de promessas!

Que cidadão vai se sentir estimulado a pedalar se, em toda guia rebaixada tiver que parar, uma vez que em Curitiba, a prioridade dos carros está acima do que estabelece o Código de Trânsito

A tão anunciada ciclofaixa da Marechal Floriano, após protestos dos ciclistas denunciando uma obra cuja largura era inferior à  0, 75 metros, foi revisada pelo IPPUC que prometeu corrigir os erros e, até agora, nada foi feito. Finalizaram uma ciclofaixa ilhada, desconexa, que não liga um ponto a outro da cidade, cheia de erros básicos e primários que evidenciam todo o amadorismo da atual gestão de Luciano Ducci.

O ciclista Lucas Felipe Bibiano, de 21 anos, morreu no sábado, na canaleta da Marechal Floriano, perto do quartel do Boqueirão, porque lá não tem ciclofaixa – nem mesmo com 75 centímetros!

Enquanto Luciano Ducci maquia a cidade com muitas obras e asfalto pensando exclusivamente em se reeleger o Projeto Cicloviário para a cidade fica estagnado e no final da fila, pois as “prioridades” são outras, muito embora, o já manjado discurso seja outro.

Não queremos mais promessas. Bicicletada de protesto neste sábado, dia 30 de junho, concentração às 10h no pátio da reitoria da UFPR.

Querendo, ou não, o Metrô, queremos uma Curitiba melhor!

13 de junho de 2012 em Mobilidade, Notícia, Notícias, Transporte Público

metro 1024x768 Querendo, ou não, o Metrô, queremos uma Curitiba melhor!

Manifestantes protestam na "audiência" pública sobre o projeto do metrô de Curitiba

O MPL-Curitiba não é contra metrô, bonde, ônibus ou trem. Somos a favor de uma cidade para todas as pessoas.

Nos posicionamos totalmente contra as políticas que confirmam a atual lógica de uma cidade que exclui a maioria, em favor de empresários e políticos profissionais. Este é o modelo econômico que gera lucros à base de segregação social. Eis o foco da nossa luta pela mobilidade urbana.

Portanto, tendo analisado o projeto e assistido à audiência pública, somos CONTRA o projeto METRÔ CURITIBANO.

Não é preciso ser engenheiro ou administrador para entender que a verba, a título de PAC da “Mobilidade Urbana”, serve-se apenas para viabilizar mais um “empreendimento” monopolista privado que vai lucrar com o deslocamento urbano das pessoas.

A verba aplicada a fundo perdido por prefeitura, estado e união, principalmente com dinheiro do trabalhador (quase 50% do seu trabalho são tributos e quem ganha menos, acaba pagando mais) seria o suficiente para a aquisição da frota de ônibus atual e ainda a viabilização de 2 anos de Tarifa Zero para Curitiba. Quebrar a barreira que são as distâncias promove cidadania, inclusão social, educação e trabalho. Isto não foi explicado e muito menos discutido com quem usa (passageiros) e faz (motoristas e cobradores) o transporte coletivo de Curitiba.
Pelo contrário. Toda a elaboração do plano de uso do dinheiro foi feita através de discussão junto aos chamados gestores da cidade – tanto públicos como privados. Assim, criou-se um projeto para dar lucro às empreiteiras locais, à especulação imobiliária e aos políticos profissionais.

É por esta razão que aderimos à CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA AO PROJETO METRÔ CURITIBANO, que estará disponível para adesões. Movimentos sociais, conselhos de classe, ong´s, grêmios e diretórios estudantis, partidos, cidadãos independentes, etc…, poderão aderir ao documento ou ainda usá-lo à vontade como base na elaboração de suas iniciativas contra mais este golpe que restringe o direito de ir e vir na cidade.

Observação: se você ou sua organização possuem contestação a este projeto, envie para que possamos divulgar (mplcuritiba@gmail.com)!

Venha trazer seu protesto e participação. Se queremos uma cidade para as Pessoas, são elas que precisam tomar as rédeas das decisões para a cidade.

Vejam que até a imprensa burguesa e chapa-branca, deixa escapar que o objetivo da gestão Luciano Ducci é eleitoreiro: Em ano eleitoral, prefeitura aumenta despesas com obras e propaganda !

Serviço:

Sumário: Coleta de assinaturas para adesão a Contestação Administrativa do Projeto Metrô Curitibano
Local: Bicicletaria Cultural – Rua Presidente Faria, 226 (na canaleta, próximo da UFPr e estação central)
Dia e horários: 14 e 15.06.09, das 8h às 18h
Minuta: https://docs.google.com/document/d/1vIy7D6j_WIy_Eli40MLFXzeGjOyBxoeDQOVjXpyE440/edit?pli=1

Retirado do site do MPL-Curitiba: fureotubo.wordpress.com

Próximo Domingo, dia 20 de maio, UFPR promove a Pedalada dos 100 Anos

14 de maio de 2012 em Eventos, Midia, Mobilidade, Notícia, Notícias

banner mobilidade 224x300 Próximo Domingo, dia 20 de maio, UFPR promove a Pedalada dos 100 Anos

Este ano a Universidade Federal do Paraná celebra o seu centenário. Todos os meses, entre os dias 18 e 20 acontecem eventos comemorativos e, neste mês de maio, será realizada a Pedalada dos 100 Anos.

Segundo José Carlos Belotto, coordenador do Programa Ciclovida da UFPR, “além de comemorar o centenário da Universidade, esse Passeio Ciclístico serve também para reafirmar o apoio da Instituição à bicicleta enquanto um agente transformador desta situação urbanística que está quase chegando ao extremo do caos motorizado”.

Belotto lembra ainda que,” além da Universidade ser um dos maiores polos formadores de tráfego na cidade, ela não ensinou seus alunos de engenharia e arquitetura a planejarem para a bicicleta”. Esta situação já está sendo revertida, pois além de possuir programas voltados para a questão da mobilidade urbana, no curso de Arquitetura, por exemplo, já existe na grade curricular a disciplina de Cidade e Meio Ambiente que possui um módulo específico para tratar da bicicleta, conforme informa o coordenador do Ciclovida.

A Pedalada dos 100 Anos passará por vários endereços da UFPR espalhados pela cidade, inclusive no primeiro prédio da Universidade onde hoje se encontra o shopping Omar. Todos os participantes concorrerão a duas bicicletas e vários brindes oferecidos pelos patrocinadores: Bike Sul, Agência Bicicleta , KuritBike, Baron Bikes e Bar Tartaruga.

Serviço:

Pedalada dos 100 Anos da UFPR

Local: Praça Santos Andrade, em frente ao Prédio Histórico;

Data: Domingo, dia 20 de maio de 2012;

Horário: concentração às 9 e saída às 10 horas;

Curitiba, uma cidade que NÃO é amiga das bicicletas!

5 de maio de 2012 em Direitos do Ciclista, Educação no Trânsito, Massa Crítica, Mobilidade, Notícia, Notícias, Planeta Bicicletada, Políticas Públicas, Sem categoria

lucianoducci Curitiba, uma cidade que NÃO é amiga das bicicletas!

Curitiba, capital "ecológica" só no marketing oficial

A mesma Secretaria do Trânsito (SETRAN) que diz: “Não arrisque sua vida confiando que o motorista tem que respeitá-lo” e que considera “inevitável” o aumento do número de bicicletas nas grandes cidades voltará a repreender os ciclistas que transitam pelas canaletas (corredores de ônibus) de Curitiba.

A questão aqui não é polemizar em torno da discussão do uso, ou não, das canaletas por ciclistas. Muitos pedalantes, inclusive, consideram o respeito às leis fundamental, mas entre elas e a própria vida, optam por esta. A questão é polêmica justamente por haver excelentes argumentos, tanto pró quanto contra. Mas vamos à discussão que realmente motiva este texto.

A prefeitura de Curitiba, administrada pelo candidato à reeleição Luciano Ducci, que não promove campanhas de conscientização para que os motoristas respeitem a bicicleta como meio de transporte, sequer constrói vias de tráfico destinadas aos ciclistas, mais uma vez vai usar do poder de coerção do Estado para simplesmente transferir – e aumentar – os acidentes e mortes de ciclistas, que passarão a acontecer entre particulares (automóvel x bicicleta) nas ruas e não mais nas canaletas, onde existe a responsabilidade do município, por se tratar de vias destinadas ao transporte coletivo.

 Não seria justo que, com a mesma vontade com que tira os ciclistas da canaleta, a prefeitura também promovesse a sinalização e campanhas de educação no trânsito para que os motoristas que transitam nas marginais das canaletas passem a respeitar as bicicletas como um meio de transporte? Isso para fazer o mínimo em prol do único modal realmente sustentável.

A gestão Richa/Ducci, que está no comando há 8 anos, não fez e não faz nada de substancial para promover a bicicleta como um meio de transporte, resta neste ano eleitoral fazer com que os demais candidatos assinem e assumam o compromisso de fazer de Curitiba uma cidade bicicletável, pois quem teve a oportunidade de fazer e não fez dá provas incontestes de que não fará.

Para quem gostou do desenho, pode pegar aqui e usar a vontade!

 

 

Jovens não se preocupam mais tanto com carro

27 de abril de 2012 em Automobile Society, Bicicleta, Notícia

car fire Jovens não se preocupam mais tanto com carro

Um carro a menos!!

Há poucas décadas, o carro representava o ideal de liberdade para muitas gerações. Hoje, com ruas congestionadas, doenças respiratórias e falta de espaço para as pessoas nas cidades, os jovens se deram conta de que isso não tem nada a ver com ser livre, e passaram a valorizar meios de transporte mais limpos e acessíveis, como bicicleta, ônibus e trajetos a pé. (..) Para entender esse movimento, [um artigo no New York Times] conta que a GM, uma das principais montadoras de automóvel do mundo, pediu ajuda à MTV Scratch, braço de pesquisa e relacionamento com jovens da emissora norte-americana. A ideia é desenvolver estratégias adaptadas à realidade dos carros e focadas no público jovem para reconquistar prestígio com o pessoal de 20 e poucos anos – público que tem poder de compra calculado em 170 bilhões de dólares, segundo a empresa de pesquisa de mercado comScore.

Porém, a situação não parece ser reversível. “Em uma pesquisa realizada com 3 mil consumidores nascidos entre 1981 e 2000 – geração chamada de millennials – a Scratch perguntou quais eram as suas 31 marcas preferidas. Nenhuma marca de carro ficou entre as top 10, ficando bem abaixo de empresas como Google e Nike”, diz o artigo. Além disso, 46% dos motoristas de 18 a 24 anos declararam que preferem acesso a Internet a ter um carro, segundo dados da agência Gartner, também citados no texto do NY Times.

Fonte: Outras Palavras

Oil Man e a intolerância Curitibana

18 de abril de 2012 em Bicicleta, Midia, Notícia

oil man Oil Man e a intolerância Curitibana

O Oil Man — aposentado temporariamente de sua característica atividade esportiva devido às ameaças que sofre na rua — saiu na Carta Capital em um texto sobre o crescente fenômeno da intolerância que se passa no nosso país. Leia aqui.

O fato é que nada justifica ameaças a um homem do bem. Que, aliás, cumpre, no mínimo, o importante papel de divulgar o uso sistemático de um meio de transporte que deveria merecer mais atenção dos grandes centros urbanos – sobretudo Curitiba, a cidade que gosta de ser chamada mundo afora de “capital ecológica” e “de Primeiro Mundo”, ainda que o município não seja muito diferente de outro qualquer do seu tamanho, a não ser  pela existência de alguns aparatos urbanos que funcionam de verdade. (..)

[A intolerância] atinge gente de bem. Gente comum. Ou quase, como eu e você. Gente que não se distingue de ninguém pela cor da pele, pela raça, pela religião ou qualquer outra coisa que inspira nazistas, fascistas e outros gêneros de anormais, mas somente – como no caso em análise – pela sua opção de vida. Problema gravíssimo porque significa, em bom português, que ninguém está livre desta gentalha. Basta desagradar suas convicções – se é que têm alguma – para entrar na sua alça de mira.

Oil Man está longe de ser o único alvo desta gangue. Da mesma estirpe são os que ateiam fogo em mendigos nas ruas. Os que agridem cidadãos supostamente homossexuais. Os que matam torcedores de futebol dos times adversários. Os que humilharam a agora celebridade midiática Geisy Arruda nos corredores da Uniban. E até, pasmem, os que acham errado mulheres exporem seus seios para amamentar os próprios filhos em praça pública. (..)

Fonte: Carta Capital

Bicicletada Extraordinária neste Domingo, dia 22 de abril

18 de abril de 2012 em Massa Crítica, Notícia, Políticas Públicas

chamada bike 1024x726 Bicicletada Extraordinária neste Domingo, dia 22 de abrilDia 22 é o Dia Mundial da Terra e a SOS Florestas Paraná, está aproveitando a data para fazer um ato contra as mudanças no Código Florestal Brasileiro. O SOS Florestas PR é um movimento que contempla inúmeras organizações que lutam contra tais mudanças. Nesta data, ocorrerá manifestações em muitas outras cidades brasileiras, visto que este é um movimento nacional. Aqui em Curitiba, o pessoal escolheu fazer uma bicicletada na tentativa de chamar a atenção de uma maneira diferente e, é claro, para aliar a simbologia do ato de pedalar ao uso racional dos recursos naturais e qualidade de vida. Quem quiser colaborar na organização do evento pode entrar em contato com a Bhianca (Biologia-UFPR): 41-9685-0090

A concentração está marcada para às 10h, em frente ao Passeio Público (ao lado do Tubo do Santa Cândida)

EXTRA! EXTRA! Entra em vigor a Lei de Mobilidade Urbana!

14 de abril de 2012 em Direitos do Ciclista, Notícia, Políticas Públicas

O ciclista urbano cwb divulgou e nós também publicamos aqui!

Entra em vigor a Lei de Mobilidade Urbana

A lei prioriza a valorização das pessoas e os direitos dos usuários do transporte público

Entra em vigor nesta sexta-feira (13/04) a Lei nº12.587/12, Lei de Mobilidade Urbana, que define os direitos dos usuários de transporte coletivo, como de informações, pontualidade e transparência nos serviços oferecidos. Amparada pela Lei, a população poderá cobrar dos gestores públicos eficiência e qualidade na utilização de serviços relacionados à mobilidade urbana.

Entre as diretrizes estabelecidas em lei, está a integração física e tarifária dos serviços de mobilidade destinados à população. O gestor deverá oferecer veículos de qualidade, informar os usuários sobre aumentos nas tarifas dos ônibus, bem como colocar informações sobre as linhas e os horários dos ônibus em pontos distribuídos pelas cidades.

A Lei da Mobilidade prioriza o transporte público coletivo e os meios não motorizados de transporte, como a bicicleta, integrando-a com os modos de transporte coletivo. O objetivo é integrar os diferentes modos de transportes e a melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas.

As questões ambientais também estão entre as prioridades da Lei, que pretende estabelecer diretrizes para a redução da emissão de poluentes incentivando a valorização das formas não-motorizadas de transporte e o incentivo de criação de vias para pedestres nas cidades brasileiras.

Assim como a população, os gestores, que exercem papel fundamental no planejamento das ações e na execução dos serviços relacionadas à mobilidade urbana, também terão seus direitos estabelecidos em lei. Com a Lei de Mobilidade em vigor, será possível aos gestores demandar junto aos governos locais a criação de vias exclusivas para transporte coletivo.

Outra mudança estabelecida pela lei é a obrigatoriedade da elaboração do Plano de transportes e trânsito, o PlanMob, para as cidades com mais de 20 mil habitantes. Antes era previsto pelo Estatuto das Cidades que apenas cidades acima de 60 mil habitantes elaborassem o PlanMob, com a criação da lei, as cidades deverão criar o Plano de Mobilidade para receber recursos da União. Os municípios terão até três anos para elaborar o plano e se adequar as diretrizes estabelecidas pela Lei.

O sucesso da lei nº12. 587/12 depende da articulação institucional entre União, Estados, Municípios e sociedade civil. O Governo Federal, em parceria com os Estados e Municípios, investirá cerca de 30 bilhões de reais em infraestrutura de mobilidade urbana por meio de programas vinculados ao Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2. Entre os principais programas estão:

– PAC Mobilidade Grandes Cidades – Programa voltado para a implantação e/ou melhoria do transporte público coletivo de alta e média capacidade, priorizando inicialmente as grandes cidades e Regiões Metropolitanas do país (cidades com mais de 700 mil habitantes).

– PAC Pavimentação e Qualificação de Vias Urbanas – Tem como objetivo a melhoria da infraestrutura urbana dos bairros com implantação e melhorias de passeios, pavimentação, sistemas de drenagem e sinalização, resultando em melhor qualidade de vida e deslocamentos da população, abrangendo todas as cidades brasileiras.

– COPA 2014 – O programa tem como objetivo a implantação de infraestruturas para a mobilidade urbana nas cidades-sede da Copa do Mundo FIFA 2014, visando tanto o atendimento das diretrizes específicas do evento, como transformar o investimento em legado para a população.

Assessoria de Imprensa
Ministério das Cidades
(61) 2108-1602

Fonte original da notícia: http://www.cidades.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1517:entra-em-vigor-a-lei-de-mobilidade-urbana&catid=37:destaques&Itemid=62

Convite do Grupo Pedalóides: Passeio para Piraquara City

24 de março de 2012 em Amigos da Bicicleta, Cartaz, Notícia

Pessoal, amanhã será realizado o Primeiro passeio Internacional do Grupo Pedalóides: De Curitiba para Piraquara City!!!! Os membros do Bicicletada Curitiba, estão convidados a participar.
Domingo 25/03/2012, saída 7 horas do Posto da Av. Sen. Souza Naves, esquina com Padre Germano Mayer. Aproximadamente 70 km – metade trilha de terra. Levar capacete, óculos, luva, muita água, máquina fotográfica e protetor solar.

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G1: Projeto de iniciativa popular quer implantar Lei da Bicicleta em Curitiba

24 de março de 2012 em Notícia

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Enquanto isso, a implementação de uma ciclofaixa na Avenida Marechal Floriano, que para a o IPPUC ainda em fase de execução, já gera conflitos com ciclistas da capital. Segundo André Feiges, integrante do grupo Bicicleta Curitiba, a faixa apresenta vários problemas. Em grupo, ciclistas fizeram a medição do trecho que já está pronto e identificaram que a largura da ciclofaixa variava de 75 cm a 1,20 m em diferentes pontos.

“Fizemos uma pesquisa e encontramos uma referência no Manual de Planejamento Cicloviário, publicado pelo Ministério de Transporte em 2001, de que a largura mínima que a ciclofaixa deve ter é de 100 cm. A partir disso, pedimos mudanças à prefeitura, mediante reunião e protocolização de pedidos. Fomos convocados para reuniões, mas disseram que haveria dificuldade em fazer alteração”, contou Feiges.

Segundo o ciclista, diante do impasse, os usuários das vias exclusivas para bicicletas pediram então que fosse delimitada uma área maior de afastamento dos veículos que circulam ao lado da ciclofaixa, para garantir mais segurança. Porém, segundo Feiges, nenhuma mudança foi feita.

“A faixa foi implementada do lado esquerdo, no lado de maior velocidade dos carros, além de ser a pista onde circula o ônibus ligeirinho. A velocidade na via ao lado causa desconforto e insegurança aos ciclistas. A rajada de vento que os veículos provocam podem nos derrubar”, explica.

De um lado, os movimentos e grupos organizados de ciclistas reivindicam atenção às necessidades de circulação segura, e de outro, a prefeitura busca divulgar o que se tem feito ‘a favor das bicicletas’.

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Fonte: G1 Paraná