HOJE: bicicletada no capricho!
24 de novembro de 2012 em Amigos da Bicicleta, Bem-estar, Massa Crítica
24 de novembro de 2012 em Amigos da Bicicleta, Bem-estar, Massa Crítica
8 de junho de 2012 em Amigos da Bicicleta, Bem-estar, Bicicleta, Cartaz, Direitos do Ciclista, Educação no Trânsito, Massa Crítica, Midia, Mobilidade, Notícias, Planeta Bicicletada, Políticas Públicas
Amigos,
Eu acabei de criar minha própria petição e espero que possam assiná-la. Ela se chama: Implementação da Política de Mobilidade Urbana em Curitiba.
Eu realmente me preocupo sobre este assunto e juntos nós podemos fazer algo a respeito disso! Cada pessoa que assina nos ajuda a chegarmos mais próximo do nosso objetivo de 100 assinaturas — será que você pode nos ajudar assinando a petição?
Clique aqui para ler mais a respeito e assine:
http://www.avaaz.org/po/petition/Implementacao_da_Politica_de_Mobilidade_Urbana_em_Curitiba/?launch
Que diz o seguinte:
A maioria das grandes cidades do Brasil prioriza dentro do seu espaço urbano a mobilidade através de veículos motorizados. É do conhecimento de todos que os impactos ao meio ambiente, causados pela emissão de gases oriundos da queima de combustíveis fósseis, são responsáveis pelo aquecimento global e pela morte de milhões de pessoas ao redor do mundo através de doenças provocadas pela poluição do ar.
Para que esta situação possa ser em parte revertida, é de extrema importância implementar políticas de mobilidade urbana, incentivando o uso de veículos não motorizados, em especial a bicicleta.
O uso da bicicleta como modal de transporte econômico, saudável, não motorizado e ecologicamente correto, faz parte da Política Nacional de Mobilidade Urbana para a construção de cidades sustentáveis, do Ministério das Cidades, o qual por meio de reivindicações da sociedade, criou em 2004 o Programa Bicicleta Brasil, tornando obrigatório a implementação do Plano Diretor de Transporte e da Mobilidade (PlanMob) em cidades com mais de 500.000 habitantes.
A presente petição tem a pretensão de conscientizar as autoridades competentes da administração pública de Curitiba, que esta cidade precisa urgentemente mudar os rumos de sua história, priorizando a implementação de políticas de mobilidade urbana sustentáveis, bem como criar uma infraestrutura condizente aos anseios da população.
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Campanhas como esta sempre começam pequenas, mas elas crescem quando pessoas como nós se envolvem — por favor reserve um segundo agora mesmo para nos ajudar assinando e passando esta petição adiante.
Muito obrigado,
Augustinho Boscardin Junior
augustinhobosca@gmail.com
(41) 9628-4184
16 de abril de 2012 em Bem-estar, Bicicleta
Você é daqueles que gosta de fazer exercícios, sua bicicleta é sua parceira e está procurando emprego?
Quer se candidatar? Envie o currículo para entregas@ecobikecourier.com.br
11 de março de 2012 em Amigos da Bicicleta, Bem-estar, Bicicleta, Direitos do Ciclista, Educação no Trânsito, Midia, Mobilidade, Sociedade do automóvel
Daqui a pouco a revista eletrônica Fantástico, da Rede Globo de Televisão, exibirá uma reportagem com o título “Fantástico pedala pelas ruas de SP e mostra guerra entre ciclistas e motoristas”. Aí eu pergunto: como assim guerra, caras-pálidas? A quem interessa chamar isso de guerra?
Sejamos sinceros, se formos olhar pela ótica de um conflito, isso está mais para um massacre, pois somente um dos lados tem poder de fogo. Ou vocês já viram algum ciclista atropelar e matar um motorista apenas com sua bicicleta?
Pela paz no trânsito, não entrem nessa guerra! Não se deixem levar pela mídia!
O link abaixo é o que gostaríamos que se mostrasse, mas infelizmente, estas pautas parecem não interessar por não se caracterizarem sensacionalistas o suficiente para este tipo de programa:
http://vadebike.org/2011/03/
Nós não queremos guerra! Seríamos uns imbecis se partíssemos para a guerra justamente por sabermos ser o lado mais fraco! A guerra interessa a quem não quer compartilhar as ruas com as bicicletas, pois desta maneira continuarão a justificar seu massacre dizendo que lugar de bicicleta não é na rua. Mesmo nós tendo a lei a nosso favor. Guerras são estados de exceção, onde as leis são relativizadas. Por isso mesmo nós não queremos estas exceções, queremos apenas o que nos é de direito!
Seguem abaixo dois textos redigidos por cicloativistas indignados com esta forçação de barra de se chamar de guerra o simples exercício de nosso direito básico de utilizar as ruas para nos locomover de bicicleta:
#naofoiacidente #naoehguerra
O Movimento Cicloativista vem, através desta carta, comentar o erro do programa Fantástico na chamada para a matéria sobre a convivência (ou não convivência) entre ciclistas, motociclistas e motoristas no trânsito de São Paulo. A chamada faz referência a uma “guerra entre ciclistas e motoristas” nas ruas. Guerra é o conflito entre duas facções rivais para disputar um espaço. Numa guerra, ambos os lados disputam com suas forças, de forma a tentar vencer o outro lado. Quando um dos lados não possui forças para guerrear, opta pela não violência e, mesmo assim, o outro lado opta pelo embate, isso é conhecido por massacre. O que temos no Tibet, por exemplo, não é guerra. É massacre.
Em cidades europeias cuja experiência com o aumento do número de ciclistas é mais antiga, as mortes são próximas de zero. Quer dizer, o debate não está em torno de uma discussão entre a “viabilidade de convivência”, e sim no que fazer para tornar o trânsito mais humano e respeitoso.
O Ciclista tem direito Constitucional de utilizar a bicicleta com segurança, conforme diz o Código de Trânsito Brasileiro – CTB. Inicialmente discordamos que há uma guerra entre ciclistas, pedestres e motoristas. O que há é o extermínio de pedestres e ciclistas (vide o n° de atropelamentos e vítimas mortais). Somente “um lado” ataca, os carros. Não há dados oficiais de ciclistas e pedestres que, atacando um carro, conseguiram matar o motorista.
Esperamos que a matéria a ser veiculada no programa Fantástico hoje, no dia 11/03, tenha um teor mais favorável à convivência no trânsito, e não ao embate. Todos nós, usuários do trânsito, precisamos de uma mídia que colabore para a redução da violência nas ruas, para a consciência de que todos que estão ali, indo e vindo de suas casas, são pessoas, e que tem suas histórias.
#naofoiacidente #naoehguerra
Ciclistas são da Paz, só os que matam fazem guerra.
Muito nos agrada a preocupação e o interesse da Rede Globo, emissora de televisão de maior audiência no Brasil, em pautar a questão da mobilidade nos grandes centros urbanos, tratando com especial interesse as modalidades alternativas de transporte – em especial as bicicletas.
Atenta às demandas sociais e aos problemas que afligem milhões de brasileiros a mídia tem desempenhado um papel fundamental na construção de um país melhor e mais cidadão. Contudo, assistindo as chamadas da programação, vimos que o Fantástico de hoje (11/03/2012), veiculará a reportagem: Fantástico pedala pelas ruas de SP e mostra guerra entre ciclistas e motoristas; ficamos deveras contrariados com a expressão, guerra, uma vez que não é assim que percebemos e vivenciamos a situação.
Primeiro que não há como um cidadão, armado de uma indefesa bicicleta por entre as pernas, declarar guerra contra uma tonelada, motorizada, veloz e que mata -cada dia mais- conforme as estatísticas oficiais. É desproporcional a comparação entre os veículos, carro versus bicicleta, o mínimo que pode acontecer, numa disputa entre estes dois é um massacre, não uma guerra.
Um outro aspecto fundamental é que os usuários da bicicleta entendem ser esta uma opção de transporte que pode ser utilizada e, como tal, merece sim espaço, tanto quanto os outros modais. Já os motoristas, por estarem inseridos numa cultura onde a primazia do uso dos espaços públicos de circulação é monopólio dos veículos automotores, só conseguem enxergar as alternativas modais que almejem o compartilhamento das vias – a bicicleta, por exemplo – como uma intrusa, alguém que está invadindo o espaço que é deles, exclusivamente deles.
Embora o conteúdo da chamada, aponte para uma reportagem em que será evidenciada a fragilidade dos ciclistas, “…é possível uma convivência pacífica, ou os ciclistas vão continuar morrendo no trânsito?”, o termo guerra, não é o mais apropriado para anunciar uma disputa tão desproporcional como esta.
Pode parecer casuísmo ou algo que o valha, mas nós que pedalamos pelas ruas das grandes metrópoles, sentimos na pele – a cada “educativa” fina, a cada buzinada, a cada tombo (quando somos lançados contra o meio-fio), a cada fechada- o comportamento agressivo e desumano da maioria dos motoristas e a falta de respeito com a Vida a que somos submetidos diariamente. Este tipo de relação pode ter várias denominações, menos a de uma guerra.
Nós não queremos guerra, só queremos compartilhar o espaço que é de todos, viver, não poluir e chegar.
#naofoiacidente #naoehguerra
9 de outubro de 2011 em Bem-estar, Bicicleta, Notícia
Onde as bicicletas dominam a paisagem
Em Antonina, uma das cidades com a menor proporção de veículos por habitante no Paraná, as magrelas são maioria e convivem pacificamente com os carros. [...]
Não há números oficiais que comprovem, mas os moradores garantem que, no município com a segunda menor proporção de veículos por habitante do estado, as bicicletas são maioria no trânsito. Em cenas impensáveis para algumas cidades, carros e bicicletas transitam harmoniosamente, provando que a convivência é possível, pelo menos na pequena Antonina. A média na cidade é de 15 veículos a cada 100 habitantes.
Fonte: Gazeta do Povo
Sugestão de notícia do Felipe Ribeiro
3 de agosto de 2011 em Bem-estar, Bicicleta, Inovações
O site Eu Vou de Bike lançou uma calculadora para ciclistas. Você entra com o seu trajeto diário e o site mostra o gasto em calorias e o quanto você economiza em emissões e dinheiro de combustível.

Tecnicalidades e frufruzices à parte, o negócio é mesmo incorporar o discurso e ir de bike pra todo canto possível.
13 de janeiro de 2011 em Arte, Bem-estar, Bicicleta, Ecologia, Encontros, Gatherings, Planeta Bicicletada, Políticas Públicas, Reclaim the Streets, Retomada das Ruas
1a. Férias de Verão do Bicicletário Livre do Centro Cívico
Participe do PicNic coletivo e da 1ª Bicicletada das Crianças, jogos e brincadeiras.
Dias 15 e 16 de janeiro das 14h as 19h e se divirta à beça.
Endereço: BICICLETÁRIO LIVRE DO CENTRO CÍVICO- Rua Jacy Loureiro de Campos, 0.
Em frente ao Palácio das Araucárias.
15/01 – Sábado:
14 – 19h Pintura Livre Cama de Gato Jardinagem Libertária Varal de Poesias Brincadeiras
15 – 16h Contação de História “Escadinha de Jacó”
15 – 17h Construção de BARCO PIRATA - parte I
16 -17h Imitando os Bichos
16 – 18h PicNic Coletivo
16 – 18h Musicada pra Criançada.
16/01 Domingo
14 – 19h Pintura Livre Cama de Gato Jardinagem Libertária Varal de Poesias Brincadeiras
14 – 15h Vivência com Bolhas de Sabão e Malabares
15 – 16h Buxixo Musical
15 – 17h Construção de BARCO PIRATA – parte II
15:30 – 16h30 1ª Bicicletada das Crianças
16 – 18h PicNic Coletivo
16 – 17h Contação de História “Escadinha de Jacó”
Traga: prato de quitutes ou bebida + sementes
18 de dezembro de 2010 em Bem-estar, Mobilidade, Transporte Público
Publicado na Gazeta do Povo:
Enviado por José Carlos Fernandes, 15/12/2010 às 08:00
Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Para mim, 2010 vai ser acima de tudo o ano em que vendi meu carro e decidir me locomover de ônibus. O início das atividades de coletivo se deu em fevereiro. O “despacho” do automóvel, em julho. De lá para cá, perdi a conta do número de pessoas que me perguntaram quando é que vou comprar um novo. O mesmo tanto, presumo, fez apostas no meu arrependimento.
Digo sempre o mesmo: “está valendo a pena”. E que pode ser mesmo que não seja para sempre. O mais importante foi ter descoberto ser possível viver sem carro. Não digo isso por bom-mocismo nem nada. Uma colega de trabalho, dia desses, chegou a dizer que essa história de se alardear feliz “a pé” é Poliana demais para o gosto dela. Rimos. Valeu pela sinceridade. Mas não acho que seja ingenuidade. Tampouco é mentira ou gênero.
Os motivos que levaram ao novo estilo podem ser citados em ordem decrescente. O primeiro é que vida de jornalista se resume a falar no impacto do automóvel na cidade, danos ao meio ambiente, prejuízos à relação com o espaço urbano. Bom, com perdão ao pedantismo aparente, achei que deveria fazer a minha parte. Ou pelo menos tentar.
É quando entra a segunda razão. Meus percursos dentro de Curitiba não são longos, mas são no plural. Faço Água Verde – Juvevê /Cabral – Centro – Água Verde e Água Verde – Prado Velho – Centro – Água Verde. Isso implica frequentar quatro linhas diferentes e gastar R$ 6,60 por dia. Por causa dos compromissos, um dos percursos, na sexta-feira, tem de ser feito de táxi. Em miúdos, eu achava impossível dar conta das obrigações usando ônibus, até porque carrego uma papelada danada, por ossos do ofício. E seu eu estivesse errado?
Pois estava. Pela manhã, em 90% dos casos, os ônibus – pelo menos os das linhas que utilizo – são bastante pontuais. Me eduquei para não vacilar naqueles 5 minutos, permitidos pelo carro, e chego sempre na hora. De quebra, ganhei ao longo do dia 40 minutos de leitura a bordo – a retina não descola. E aí vem outra verdade. Desculpe repetir, mas pelo menos no Juvevê-Água Verde, Interbairros I, Raquel Prado-PUC e Pinheirinho-Santa Cândida os coletivos na ficam lotados o tempo todo. Dá para sacar um jornal, revista ou livro e ler, sem apertos.
Até agora não fiz grande economia. Para quem mora nas imediações do Centro, o transporte é caro. Na ponta do lápis, era mais em conta pagar gasolina e estacionamento. Lucro, só ano que vem, quando pouparei o IPVS e o seguro, que já tinha desembolsado em 2010. Que vantagem, então, Maria leva? A leitura, a observação da cidade do ponto de vista do ônibus, novas formas de convivência, a disciplina de horário, que me permite a economia do tempo. Por incrível que pareça.
Sei que não é muito convincente – quem sou eu diante da indústria automobilística e suas promessas de felicidade. No fundo, tenho cá para mim que a gente só anda de ônibus, mesmo, por ideologia. E fico me perguntando como convencer mais gente a deixar o carro e bater ponto no horário em que o amarelinho, o vermelhão e os prateados passam. Alguém pode dizer que levei sorte com as linhas. Concordo. Mas sorte mesmo foi ter desconfiado das minhas certezas e ter experimentado.
Turbulências
O alegre retorno às linhas de ônibus já me credencia para colocar a boca no trombone. Eu posso. A gente encontra motoristas legais, atenciosos e ouso afirmar que, pelo menos na minha experiência, são maioria. Mas tem boi na linha. Tem condutor que, visivelmente, tem o passageiro em baixa conta e comete um daqueles famosos preconceitos às avessas. A maior tristeza parece ser a nossa presença no ponto, principalmente se o ponto é perto do sinaleiro. Ele quer passar no verde, mas tem de parar para o cidadão. Faz cara de bofe – um horror. Acho que essa história do troco – uma barbaridade, contra as leis do trânsito e da natureza – não justifica.
Há os que não nos deixam na área coberta em dias chuva. Os que façam cavalinhos nas poças de água. Os que ficam dando soquinhos no freio, pondo velhinhos a perigo. Os que tomam um bom dia por um insulto à mãe. Em miúdos, para diminuir o rosário de pequenas queixas no tribunal das causas impossíveis, mal não faria se as companhias de ônibus dessem noções de boa educação e cidadania a seus funcionários. E que antes de premiar os que cumprem horário, que verifiquem como é que tratam dos seus passageiros.
No mais, vai tudo bem. Meu abraço aos bons motoristas e à turma do ônibus. E para quem passa ao lado, sozinho na sua máquina. Não sei quem é. Mas aposto que boa parte poderia estar a bordo das “jardineiras”. É melhor do que parece. A gente sempre chega. Eis uma ideologia para viver.
27 de novembro de 2010 em Bem-estar
A Dinamarca é um país onde se usa muito a bicicleta, assim como na Holanda. O dinamarquês também é tido como um dos povos mais felizes.
A página da Bicicletada de Maceió reproduz artigo de Paulo Nogueira sobre essa tal felicidade.
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