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Bicicletanga ao Anhangava

20 de maio de 2013 em Amigos da Bicicleta, Ecologia

Celebração da Mãe – 26 de Maio (domingo) Lua Cheia

bicicletada maio 2 819x1024 Bicicletanga ao Anhangava

Um momento para agradecermos à Mãe, nossa grande mãe Terra, pela nutrição, pelo ar, pela água, pelos alimentos que brotam da terra.  Por nos acolher amorosamente em seu corpo. Agradecer pela Abundância, pela Beleza, pela Perfeição da Vida.

Cantos e danças. Petynguá (cachimbo sagrado), Kaayu (mate), e alimentos ete (verdadeiros).
Saída de bicicleta de Curitiba às 9h.

A Bicicletada que vai unir o centro ao mato, pedalando rumo ao Anhangava para desfrutar da natureza e agradecer a vida em um desenho cerimonial ancestral.

Almoço às 12:30

Descanso com redes na mata – traga sua rede e suas cordas!

Cerimonia às 15h no opy do Tekowa Kaaiari (Borda do Campo – Quatro Barras)

Contribuição 13,00 reais.

Para o almoço a contribuição é livre (passaremos o chapéu..)

Evento promovido e realizado por Letícia Koehler e Guyra, amigos e parceiros da CicloIguaçu e Bicicletaria Cultural

Manifesto dos Invisíveis – Curitiba

6 de abril de 2013 em Amigos da Bicicleta, Direitos do Ciclista, Educação no Trânsito

Este manifesto vem a público após o atropelamento do ciclista Rafael de Almeida Oliveira por um veículo cujo motorista diz “não ter visto a vítima”. Chega de invisibilidade. A versão abaixo foi copiada e remixada a partir do manifesto dos invisíveis de São Paulo.

Motorista, o que você faria se dissessem que você só pode dirigir em algumas vias especiais, porque seu carro não possui airbags? E que, onde elas não existissem, você não poderia transitar?

Para nós, cidadãos e cidadãs que utilizamos a bicicleta como meio de transporte, é esse o sentimento ao ouvir que “só é seguro pedalar em Curitiba nas ciclovias”, ou que “a  bicicleta atrapalha o trânsito”. Precisamos pedalar pela cidade toda. E já pedalamos! Mas o que fazer quando precisarmos  passar por alguma via sem ciclovia? Carregar a bicicleta nas costas até a próxima ciclovia? Empurrá-la pela calçada? Ciclovia é só uma das possibilidades de infra-estrutura existentes para o uso da bicicleta. Nosso sistema viário, assim como a cidade, foi pensado para os carros particulares e, quando não ignora, coloca em segundo plano os ônibus,  pedestres e ciclistas. Não precisamos somente de ciclovias para pedalar, assim como carros e caminhões não precisam ser separados. Precisamos também de ciclofaixas, e onde elas não existirem ou estiverem deterioradas, o ciclista tem o direito legal de pedalar por praticamente todas as vias, e ainda tem a preferência garantida pelo Código de Trânsito Brasileiro sobre todos os  veículos motorizados.

A evolução do ciclismo como transporte é marca de cidadania na Europa e de funcionalidade na China. Já temos, mesmo na América do Sul, um grande exemplo de solução criativa: Bogotá.

Então não clamamos por ciclovias. Clamamos por  respeito. Respeito às leis de trânsito, que colocam em primeiro plano o respeito à  vida. As ruas são públicas e devem ser compartilhadas entre todos os  veículos, como manda a lei e reza o bom senso. Porém, muitas pessoas não se arriscam a pedalar por medo da atitude violenta de alguns  motoristas. Estes motoristas felizmente são minoria, mas uma minoria que  assusta e agride.

Curitiba ainda possui uma situação peculiar, que são as famosas “calçadovias”, que levam motoristas a gritar para ciclistas saírem da pista de rolamento e irem para seu devido lugar, o qual acaba por configurar-se como lugar algum. Os automóveis não nos respeitam na pista, os pedestres não nos respeitam na calçada/ciclovia e as poucas ciclovias de verdade que existem muitas vezes estão em condições tão precárias que não é possível pedalar continuamente em sequer 50 metros de sua extensão.

Por isso muito mais que ciclovias, precisamos de mais bicicletários espalhados pela cidade e de uma campanha de educação no trânsito acompanhada de um trabalho de sinalização das vias. Se faz extremamente necessário informar e conscientizar motoristas sobre o fato de que ciclistas podem e devem circular nas ruas da nossa cidade. Isso está na Lei.

“Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.”

Mas nos cursos de habilitação não há sequer um parágrafo sobre proteger o ciclista, sobre o veículo maior sempre zelar pelo menor. Eventualmente cita-se a legislação a ser decorada, sem explicá-la adequadamente. E a sinalização, quando existe, proíbe a  bicicleta; nunca comunica os motoristas sobre o compartilhamento da via, regulamenta seu uso ou indica caminhos alternativos para o ciclista. A ausência de sinalização deseduca os motoristas porque não legitima a presença da bicicleta nas vias públicas.

A insistência em afirmar que as ruas serão seguras para as bicicletas somente quando houver milhares de quilômetros de ciclovias parece a desculpa usada por muitos motoristas para não deixar o carro em casa. “Só mudarei meus hábitos quando tiver  metrô na porta de casa”, enquanto continuam a congestionar e poluir o  espaço público, esperando que outros resolvam seus problemas, em vez de tomar a iniciativa para construir uma solução.

Não podemos e não vamos esperar.  Precisamos usar nossas bicicletas já, dentro da lei e com segurança. Vamos desde já contribuir para melhorar a qualidade de vida da nossa  cidade. Vamos liberar espaços no trânsito e não poluir o ar. Vamos fazer  bem para a saúde (de todos) e compartilhar, com os que ainda não experimentaram, o prazer de pedalar.

Preferimos crer que podemos fazer nossa cidade mais humana do que acreditar que a solução dos nossos problemas seja  alimentar a segregação com ciclovias. Existem alternativas mais rápidas  e soluções que serão benéficas a todos, se pudermos nos unir para construirmos juntos uma cidade mais humana.

A rua é de todos. A cidade também.

E este manifesto assinamos nós, que também somos o trânsito:

Fabianne Balvedi (fabs)
Gabriel Augusto Gonçalves Sobral
Jorge Brand (Goura)
Cintia Ribas
André Luiz de Almeida (ciclista urbano cwb)
Flávio Krüger
Alberto A. Rocha
Evandro Fernando Schulz
Vitoria Mario
Vinicius Massuchetto
Luis Patricio
Vinicius Brand
Norma Müller
Rafael Buratto
Daniel Junghans
Michele Micheletto
Rosangela Araújo
Rui Marcelo Suttil de Oliveira
Vinicius de Figueiredo
Valdilena Rammé
André Belletti Romero
Janaina Fellini
Silvia Neves Mayer
Antonio Miranda
Silvia Shimakura
Tiago Bindewald
Tiê Passos
Patrícia Valverde
Iris Cavassin Lopes
Rodolfo Lucchin (Dox)
Yasmim Reck
André de Macedo Duarte
Eduardo Cordeiro Uhlmann
Maria Baptista
Liliane Vicenzi
Paulo de Oliveira Neto
Alessandra Lorena da Silva
Ramiro Batista da Luz
Oscar Neto
Jake Dobkin
Marlon Martins
Daniel S M Oliveira
Xênia Mello
Ricardo Alves de Oliveira
Renato Machnievscz
José Carlos Assunção Belotto
Pedro Leonardo Cardozo de Medeiros
Guilherme Sant’ana
Daniel Ikenaga
Divo Maia
Andreza G. Lucas
Tais da Silva Ribeiro
Lyncoln Reis
João Paulo Taborda (Djão)
Samuel Barrales (Samucat)
Márcia Flores
Alvaro Komiya
Josue Valerio
André Drabeski
Beto Varella
Renata Mele
Yuri Damasceno Schultz
Diogo Marques
Leandro Kruszielski
Klaus Lütke Elbers
Rodrigo Camargo de A Pinto

Assine você também manifestando seu desejo por visibilidade nos comentários abaixo. Nós iremos adicionar os nomes à medida que forem sendo revelados.

Massa Crítica! Toda última sexta-feira do mês!

24 de março de 2013 em Amigos da Bicicleta, Cartaz, Eventos, Massa Crítica, Retomada das Ruas

massa critica a5 01 Massa Crítica! Toda última sexta feira do mês!

O uso da bicicleta nas grandes cidades

28 de janeiro de 2013 em Amigos da Bicicleta, Bicicleta, Políticas Públicas

uso da bicicleta 650x5370 O uso da bicicleta nas grandes cidades

Viciados em energia

9 de dezembro de 2012 em Amigos da Bicicleta, Arte, Ecologia, Inovações, Vídeos

vamos pedalar, pra não apagar! icon smile Viciados em energia

HOJE: bicicletada no capricho!

24 de novembro de 2012 em Amigos da Bicicleta, Bem-estar, Massa Crítica

BICICLETADA NO CAPRICHO NOVEMBRO 1024x701 HOJE: bicicletada no capricho!

Candidatos que Aderiram às Propostas da CicloIguaçu

6 de outubro de 2012 em Amigos da Bicicleta, Notícias, Políticas Públicas

Desde o ano passado a CicloIguaçu tem procurado os candidatos a prefeito com o intuito de firmar um compromisso com a ciclomobilidade. Fizemos entrevistas, encontros e afirmamos a necessidade de um tratamento sério a este importante tema nas eleições de 2012. Entrevistamos Gustavo Fruet, Rafael Greca, Bruno Meirinho e Ratinho Junior. O prefeito Luciano Ducci não respondeu nosso pedido de encontro no ano passado e nem agora durante as eleições.

Nos últimos dois meses realizamos a entrega presencial do documento aos candidatos, com o convite de irmos às ruas, pedalando se possível, e observarmos juntos a precariedade e a falta de estrutura as quais os ciclistas estão submetidos. Curitiba, com sua motorização elevada, parece deixar alguns orgulhosos dos engarrafamentos, do barulho onipresente e do ar poluído; outros, nostálgicos e revoltados, com a falta de diálogo com que ações de grande impacto são realizadas de forma autoritária e tecnocrática. A destruição de praças no Mercês, no Cristo Rei e no Alto da Glória servem todas ao mesmo objetivo – a fluidez do trânsito dos automóveis. A descaracterização da cidade acontece em alta velocidade. Monstruosos painéis luminosos são inseridos sem consulta prévia com os moradores, transformando a estética residencial com figurino de corrida automobilística. Não é de se espantar que o governador, que ainda se considera prefeito da cidade, já manifestou diversas vezes a intenção de fazer corridas de automóveis na malha viária urbana. Não deveria o urbanismo ouvir os cidadãos, bem como levar em consideração todos os dados assombrosos da violência e mortandade de nosso violento trânsito?

É sem dúvida uma coisa boa podermos comprar carros, geladeiras, computadores e tudo o mais que julgamos essencial. Mas, ficar preso em congestionamentos não é legal. Respirar um ar carregado tampouco. Queremos um transporte público mais barato e mais eficiente, que se beneficie igualmente das isenções tarifárias e subsídios múltiplos dos quais a indústria automobilística se farta, esfregando todos os meses em nossa cara seus novos e espantosos recordes de vendas. Queremos uma cidade mais limpa em todos os sentidos.
A perversão maior é que muita gente deixa de optar pela bicicleta para os trajetos curtos e se vê refém do automóvel e seu monopólio radical. As ruas estão sendo asfaltadas para o fluxo dos carros, não das pessoas. Se assim fosse teríamos ‘ondas verdes’ e mais espaços exclusivos para o transporte coletivo. Teríamos uma rede de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas conectando todo o centro da cidade, os centrinhos dos bairros e uma integração muito bem feita com a rede de ônibus. Teríamos conexão com a região metropolitana, segura e àgil. Teríamos também garantido o acesso às escolas com ciclovias e ciclofaixas.

No momento atual as bicicletas da Guarda Municipal saíram da garagem em maior número por causa das eleições. A ciclopatrulha da Setran, iniciativa importante, continua tímida e retraída. A própria Secretária de Trânsito não se empenha em fiscalizar as leis do CTB referentes à circulação de bicicletas. A manutenção da sinalização do que existe de ciclovia em Curitiba, que é por dever contratual, obrigação da Clear Channel, empresa que explora a publicidade no mobiliário urbano, permaneceu durante anos abandonada e depredada. Agora, no mês das eleições, aparece nova e garbosa.

Cabe a atual administração o ônus e as críticas, embasadas na experiência cotidiana de todo cidadão que escolhe se locomover de bicicleta por Curitiba. O Concitiba, no ano passado, depois de reuniões e estudos por mais de 4 meses, concluiu que o que o IPPUC chama de Plano Diretor Cicloviário é um rascunho bastante insuficiente. Não é um plano, não tem metas e carece de fundamentação teórica.

E o que a bicicleta pode trazer a nossa cidade?

A bicicleta representa um novo paradigma urbano. Intensifica e estimula o convívio. Traz o sentimento de pertencimento à comunidade. Traz saúde e bem estar ao seu usuário. Traz economia financeira. É liberdade de trajetos e destinos. É autonomia. Te liberta dos congestionamentos.

Esperamos que a assinatura seja um compromisso integral com as reivindicações daAssociação de Ciclistas do Alto Iguaçu, e que, acima de tudo, tenhamos uma gestão participativa, que escute os anseios da sociedade, que priorize o transporte coletivo e as opções de transporte individual não-poluentes.

Seja quem for o próximo prefeito, estaremos em cima. Vamos cobrar e fiscalizar os compromissos assumidos.

A cidade é das pessoas!

Goura Nataraj
Coordenador Geral da CicloIguaçu

Os 10 pontos para tornar Curitiba uma cidade amiga da bicicleta

  1. Educar para o respeito no trânsito
  2. Reduzir acidentes e mortes de ciclistas
  3. Criar o Departamento de Transporte Não- Motorizado
  4. Assegurar orçamento específico e progressivo
  5. Ciclofaixas nas Estruturais (junto as canaletas)
  6. Integração com o transporte coletivo
  7. Distribuir paraciclos por toda a cidade
  8. Espaços viários acalmados
  9. Planejamento integrado da região metropolitana
  10. Fiscalizar efetivamente o comportamento no trânsito

Quem aderiu?

Caminhões estacionados sobre a Ciclofaixa próximo ao terminar do Hauer

6 de outubro de 2012 em Amigos da Bicicleta, Bicicleta, Denúncias

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Os ciclistas têm reclamado continuamente sobre a intransigência das lojas próximas ao terminal do Hauer em deixar que seus motoristas estacionem livremente sobre a ciclofaixa. A foto acima foi tirada pelo Davi Andraski no dia 19/09/2012 às 13:20. Um caminhão da loja Mercado Móveis bloqueia a ciclofaixa e mais um pedaço da rua.

Já o Hector Iankovski depois de ver 3 caminhões parados em cima da ciclofaixa ligou para o 156 e fez a reclamação. O atendente sugeriu protocolar um pedido de fiscalização através deste link aqui para que seja feita uma fiscalização agendada naquele endereço.

Se você vir caminhões estacionados sobre a Ciclofaixa, reclame no 156 e vamos fazer com que a Setran intensifique a fiscalização naquele trecho.

Bicicletada da Primavera

1 de outubro de 2012 em Amigos da Bicicleta, Bicicleta, Massa Crítica, Midia, Sem categoria, Vídeos

Numa excelente edição do Gabriel Zabot de Andrade, segue abaixo o vídeo da BicicletadaCuritiba de Primavera, realizada no sábado, dia 29  de setembro de 2012. Um punhado de gente compareceu, formando quase uma centena de pedalantes, só o sol – meio tímido talvez – que se mostrava reticente em se abrir em definitivo no céu. Mas isto é mais uma das marcas de nossa Massa Crítica: a desobediência sazonal do clima curitibano.

Em busca de um tema bacana para a Bicicletada de outubro: todas as sugestões são bem-vindas, nos comentários abaixo ou pelo Fórum.

Além do vídeo acima, tivemos também o excelente registro fotográfico do Danilo Herek que publicou as fotos no site do cicloativismo.com

Fotografias da Marcha das 2012 de Curitiba

23 de setembro de 2012 em Amigos da Bicicleta, Bicicleta, Dia Mundial Sem Carro, Fotos, Sem categoria

Seguem abaixo algumas fotografias da Marcha das 2012 Bicicletas de Curitiba. Podem ser usadas em sites, redes sociais, blogs e tudo mais, só por gentileza, referenciem a origem da imagem apontando um link para: www.bicicletadacuritiba.org

Caso alguém queira qualquer uma das imagens em alta resolução é só pedir pelo formulário de comentário que segue abaixo que enviaremos gratuitamente.

Só lembrando que as atividades do Mês da Bicicleta seguem a todo vapor, conforme a programação e no próximo sábado tem a grandiosa e tradicional Bicicletada de setembro, vamos novamente lotar as ruas de Curitiba com protesto, alegria e muitas bicicletas!

 

  • Mais algumas fotografias estão liberadas para que qualquer pessoa possa acessar pela internet no blog do Cicloativismo.com:

Fotos da Marcha das 2012 Bicicletas